O Banco Central do Brasil (Bacen) monitora constantemente o desempenho das instituições financeiras e de pagamento que operam com o Pix, avaliando fatores como disponibilidade dos sistemas, tempo de resposta e confiabilidade das transações para elaborar o IQS (Índice de Qualidade de Serviço).
Como forma de garantir a qualidade do serviço prestado à população, o Bacen desenvolveu um sistema de classificação de desempenho das instituições (IQS) que operam o Pix, analisando métricas específicas — como disponibilidade do sistema, reclamações recebidas e respondidas, tempo de resposta e confiabilidade das transações — para atribuir uma nota de desempenho a cada instituição participante. As possíveis notas do IQS são: A, B, C, D e E.
Estar na categoria A significa que a instituição manteve a maior pontuação possível em todos os índices durante os últimos seis meses.
O IQS é formulado com base em três métricas principais: Índice de Reclamações, Índice de Disponibilidade e Índice de Timeouts. Cada índice possui um método de cálculo próprio, envolvendo desde checagens operacionais até mensurações de performance técnica. Para mais informações a respeito da metodologia de cada índice veja o artigo oficial no site do Banco Central do Brasil.
Essa classificação é atualizada mensalmente e reflete o nível de confiabilidade e eficiência de cada instituição no ecossistema do Pix.
O Índice de Disponibilidade (índice integrante do IQS) mede o tempo em que a instituição consegue se comunicar com o sistema do Banco Central sem interrupções. Quando há falhas nessa comunicação — chamadas de timeouts ou downtime — as transações podem demorar para serem concluídas ou não serem processadas, afetando diretamente a experiência do usuário.
Com base nesses dados, o Banco Central classifica todas as instituições em cinco categorias: A, B, C, D e E. Estar na categoria A significa operar com 99% ou mais de assertividade nas transações realizadas durante o mês, sem registro de falhas ou interrupções superiores a 1% do volume transacional diário na comunicação com o sistema do BCB. Trata-se do nível máximo de desempenho, alcançado apenas por empresas com infraestrutura tecnológica altamente resiliente, monitoramento contínuo e equipes dedicadas à estabilidade e à segurança transacional.
A Trio está encerrando o ano com nota A, consolidando-se entre as instituições mais estáveis do país no ecossistema do Pix. Para verificar a lista oficial do Bacen do mês de outubro acesse o link.
Além da estabilidade técnica, a operação da Trio também se destacou pela escalabilidade. Com uma média de 1 ticket de suporte a cada 50 mil transações, o desempenho operacional demonstra maturidade e eficiência, mesmo diante do rápido crescimento registrado ao longo do ano.
Durante o primeiro semestre, a empresa apresentou um aumento expressivo no volume de processamentos em relação ao mesmo período do ano anterior, sem comprometer a disponibilidade dos sistemas — um marco importante que demonstra a robustez e a estabilidade da operação.
No setor de iGaming, a Trio já processa aproximadamente 40% do mercado regulado, reforçando sua posição como referência em pagamentos instantâneos de alta confiabilidade e volumetria.
De acordo com o time executivo, a combinação entre tecnologia, compliance e solidez operacional cria as condições ideais para expansão em novos segmentos. A expectativa é de que o próximo ano traga novos produtos e integrações, acompanhando o avanço regulatório e a evolução do mercado de pagamentos.
A conquista da nota A no BACEN representa mais do que um reconhecimento técnico: é a comprovação de que transparência, segurança e estabilidade estão no centro da estratégia da Trio.
O desempenho reforça o compromisso com um sistema financeiro confiável, moderno e acessível, em que a tecnologia é utilizada para garantir a melhor experiência possível em cada transação.
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