Olhando para o agora e o futuro das finanças, todo profissional responsável já tem consciência de que estamos passando pela maior mudança nos meios de pagamento, e na maior abertura bancária da história. Encarar novos processos nessa área não se trata mais de uma questão "se" mas de "quando" irá acontecer na sua empresa. Uma coisa é certa: o impacto no dia-a-dia nos responsáveis financeiros será enorme, e a mudança, irreversível.
Neste artigo, buscamos explorar caminhos que traduzem esta inovação e podem ser incorporados facilmente por empresas com visão. Estes conceitos já estão sendo adotados em empresas no Brasil e em toda América Latina e tornam-se mais acessíveis a todo tipo de organização, a cada dia:
- Embedded Finance (EF)
- Banking as a Service (BaaS)
- Plug-and-Play Finance (PnPF)
- In-House Banking (IHB)
A explicação sobre os conceitos será feita na primeira metade do texto. Na segunda metade, queremos aprofundar um pouco mais sobre como isto está acontecendo, e descrever a aplicação destes conceitos dentro das empresas.
O termo Embedded Finance refere-se ao cenário onde um provedor de serviços não financeiros (como um marketplace ou uma rede) oferece um produto financeiro que é perfeitamente incorporado à sua oferta de serviços.
Banking-as-a-Service é uma tecnologia, acompanhada de uma licença, que permite que empresas terceirizadas ofereçam produtos financeiros. A empresa que oferece este produto é geralmente chamada de provedor de BaaS. Responsável por grande parte da onda das Fintechs, é pré-requisito que um provedor de BaaS ofereça contas de pagamento para justificar o termo.
Semelhante ao BaaS, quando falamos de Plug-and-Play-Finance entende-se que são empresas terceirizadas oferecendo produtos financeiros. O termo BaaS é muito usado no setor de inovação financeira, por outro lado, o termo PnPF ainda não é tão comum. Aliás, os provedores de PnPF podem ser confundidos com BaaS, mas a grande diferença entre eles é o perfil de cliente ideal (ICP) e a forma como o produto é construído para atender às necessidades.
Conceito um pouco inédito de trazer finanças para dentro do negócios, In-House Banking não apenas foca no serviço/produto oferecido aos clientes, mas também acelera um processo de inovação contínua a partir do coração financeiro da empresa. Significa trazer os serviços de movimentação financeira incorporados à gestão do negócio.